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quinta-feira, 12 de março de 2009

Purim 5769


"Para os Judeus foi uma ocasião de felicidade,

alegria, júbilo e honra" que seja para nós também.




...Chag gadol hu lay'hudim...







“E que estes dias (de Purim) seriam lembrados e comemorados geração após geração, por todas as famílias, em todas as províncias e em todas as cidades, e que jamais caducariam entre os judeus, e que a memória deles jamais se extinguiria entre os seus descendentes”.













Desde então e até hoje, festeja-se em todo o mundo judaico a festa de Purim, lembrando a vitória de nosso povo sobre nossos inimigos, a esperteza de Mordechai e a beleza e inteligência de Ester.”























domingo, 8 de março de 2009

Partitura e Músicas - Purim

Para os músicos
ai vai: partitura e músicas de Purim...


Partitura

Músicas Purim

Chag Purim

Estamos chegando na comemoração de chag Purim, onde nos recordamos do grande milagre que nos aconteceu. Purim não é uma das grandes festas do Judaísmo, não é como Rosh haShaná (ano novo), não é como Yom Kippur (dia do perdão), não está na lista de Levítico 23; mas é uma festa e tanto! Ganhou importância quanto mais se tornou emblemática, assim como Chanuká, a festa das luzes: são festas de livramento de nosso povo Israel.

No ano de 586 a.E.C., aproximadamente, o Reino de Judá, ou Reino do Sul (de Israel), foi invadido pelos exércitos babilônicos, e os habitantes de Judá, ou judeus, foram deportados, exilados para a região que chamamos Mesopotâmia, hoje Iraque. Foi um duro golpe na história de Israel, porque o Templo de Salomão foi destruído e o orgulho da nação foi quebrado. Apesar do exílio ter terminado com o retorno dos seguidores de Neemias para Jerusalém, a diáspora judaica que se iniciou aí perdura até hoje (intensificada, claro, pela expulsão romana em 70 e 135 E.C.).

Quando Babilônia foi conquistada pelo império Persa, o rei Assuerus, ou Xerxes (aquele mesmo que aparece, figurado, em 300 de Esparta) nomeou como vizir (primeiro-ministro) um tal Haman, que tinha fortes ambições de glória. Haman se irou com um certo guarda das portas reais, chamado Mordechai (pronuncia-se Morderrái) que se recusou a bajulá-lo. Haman descobriu que Mordechai era judeu e decidiu se vingar matando não apenas o porteiro, como a todos os judeus - e para isso armou um plano que obteve aprovação do rei, onde mataria todos os judeus do império; e lançou sorte para saber em que dia deveria executar a ação - 13 de Adar.

Mordechai soube do plano (afinal, ele ficava o dia inteiro nas portas da cidade - ouvia de tudo), e avisou sua prima-Irmã, que fora feita rainha, esposa do rei Assuerus, sem que este soubesse de sua origem judaica. Ester era seu nome. Ela, sabendo dos planos de Haman, conclamou todos os judeus a jejuarem e orarem com ela por três dias, e ao final desse período ela se apresentou ao rei, revelando sua origem judaica e o plano de Haman para aniquilar seu povo. Haman foi morto, mas o decreto que ordenava os ataques aos judeus nas cidades em que habitavam não podia ser revogado; então Assuero ordenou que fosse dada permissão aos judeus para que se defendessem dos ataques, e assim fizeram no dia 13 de Adar. O dia 14, portanto, foi um dia de festa e alegria pelo livramento.

Porque Haman lançou sorte, do acadiano pûrú, deriva o nome hebraico Purim. E isso tem alguns significados. Primeiro, para o pensamento hebraico, não existem coincidências, acaso; assim, em Purim a sorte foi decidida num ato oculto de intervenção divina: a eleição de Ester como rainha da Pérsia e os momentos em que Mordechai ouviu falar da conspiração contra o povo. Também significa que a sorte do povo judeu não está nas mãos de qualquer homem, muito menos Haman ou mesmo Xerxes/Assuerus. Apesar de nenhuma vez o nome de D’us ser citado em Ester, sua presença e intervenção são óbvias.

Essa história se tornou emblemática da condição hebraica, judaica, no exílio: há muitos Hamans que por mesquinharias e rancor pessoal (inveja e raiva) decidem eliminar todo o povo judeu, ou o máximo que conseguirem. Mas lembre-se houve providência - Ester. Outra haverá, sempre houve.

Aliás, Purim é a festa que honra as mulheres no Judaísmo. Sempre femininas, sempre fortes, sempre sabendo o que fazer quando qualquer homem desmaiaria de terror. Oculta, astuta e corajosa, derrotou Haman em toda sua força e poder. Assim também fizeram as mães marranas, descendentes dos judeus forçados a se converterem ao cristianismo em Espanha e Portugal no século XVI e XVII, que mantinham em casa, escondidas, as tradições e as ensinavam a seus filhos e filhas, resistindo à aniquilação perpetrada pelo inimigos de Israel - não por acaso que se identificavam com a rainha da Pérsia. (Fonte: Internet)

E lembramos do texto da Megilah de Ester que nos diz:

" Para os Judeus foi uma ocasião de felicidade, alegria, júbilo e honra" que seja para nós também.

E muitos que pertenciam a outros povos do reino tornaram-se judeus, porque o temor dos judeus tinha se apoderado deles. (Ester 8: 16, 17b )

Neste ano (5769) - comemoramos no dia 10/03 ou seja em 09/03 ao por-do-sol...

Chag Sameach!!!

sábado, 29 de março de 2008

Festa de Purim (Chag Purim) realizada na Congregação de Curitiba-Pr, conforme ordenado na meguilah de Ester que celebrássemos a cada ano o décimo quarto e o décimo quinto dia de Adar (21 e 22 de março neste ano), e lembrando que esse mês é para nós aquele em que a aflição deu lugar à alegria,
e o luto às festividades...
Chag Purim Sameach !!!


Festividades!
Alegria! muita alegria...
Um olhar diz tudo...
e dois mais ainda....
Um novo mundo no qual reine a beleza e harmonia...